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Qual o verdadeiro motivo da ruptura de Randolfe com Davi?

Rede Sustentabilidade, esbarra na “clausula de Barreira” e não possui fundo partidário para o pleito de 2020
Qual o verdadeiro motivo da ruptura de Randolfe com Davi?
Foto: Agencia Senado

Qual o verdadeiro motivo da ruptura de Randolfe com Davi?

Da Redação do J832

Sob o manto de que a sua ruptura com Davi Alcolumbre (DEM-AP) estaria atrelada a falta de apoiamento dentro do Senado Federal, inclusive acusando o Presidente da Suprema Casa de Leis em aliar-se a velha política, troca de favores, dentre outras coisas, o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), oposicionista de carteirinha, oculta de fato os verdadeiros e maiores motivos desse seu “descontentamento” político contra Davi Alcolumbre.

Certamente, o primeiro e o maior deles é a própria essência vaidosa do senador Randolfe, que não sobrevive sem as lentes das câmeras. Questão essa que ele resolve se opondo a qualquer pessoa ou autoridade que esteja em evidência, principalmente os que estão sob os holofotes da mídia nacional, que nesse caso em específico, o próprio Presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Essa busca pela rebarba midiática, lhe trouxe inclusive a alcunha de “Senador dos Holofotes”, propagada nas redes sociais por seus desafetos e até pelos seus próprios eleitores no estado do Amapá.

O segundo motivo, talvez desconhecido de parte da mídia nacional, é o fato de que o grupo político no Amapá do qual fazem parte o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Clécio Luiz (REDE-AP), atual prefeito de Macapá/AP, tem como estrela maior o Senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que na última eleição contribuiu de forma decisiva para a reeleição de Randolfe ao Senado Federal.

O terceiro motivo, é que diante desse quadro, o Senador Davi Alcolumbre, sentiu-se muito a vontade para declarar apoio a Josiel Alcolumbre (DEM-AP), como pré-candidato a prefeitura da capital amapaense, o que joga um balde de agua fria nas pretensões de Randolfe em concorrer ao governo do Amapá em 2022.

O senador oposicionista sabe que a conquista da prefeitura da capital é, sem dúvidas, o mais importante degrau de acesso ao Palácio do Setentrião, em 2022. Frise-se que Randolfe Rodrigues já espalhou, do Oiapoque ao Jari, a sua intenção em sentar na principal cadeira do governo do Amapá, contando como certo o apoio de Davi.

Mas afinal, como chegar lá sem o apoio político do Senador Davi Alcolumbre? O seu partido, Rede Sustentabilidade, esbarra na “clausula de Barreira” e não possui fundo partidário para o pleito de 2020, o que força Randolfe a tentar uma possível coligação entre REDE e PDT, de Waldez Góes, governador do Amapá, e de Ciro Gomes (dia a 20/09, os três estarão palestrando em uma universidade sobre a Amazônia na capital amapaense). Essa aliança, caso aconteça, lhe possibilitará os fundos necessários para a disputa no próximo pleito municipal, fundamental para uma candidatura do REDE a Prefeitura de Macapá.

Para agravar mais ainda a estrutura política de Randolfe Rodrigues no Amapá, Clécio Luiz (REDE-AP), atual prefeito, não poderá concorrer a reeleição porque está em seu segundo mandato e como tal, fora do pleito.

Sem candidato firmado, sem dinheiro e sem apoio político do Presidente do Senado, a base política de Randolfe fica desconstruída o que lhe inviabiliza a espalhada candidatura ao governo. Por isso o flerte, em desespero e em busca do fundo partidário, com o PDT de Ciro Gomes e Waldez Góes.

Mas a história não termina aqui, Clécio Luiz (REDE-AP) também sinalizou o interesse de concorrer ao governo do estado do Amapá, o que também já o coloca em rota de colisão com seu eterno parceiro de “caminhada”.  Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

 

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Sob o manto de que a sua ruptura com Davi Alcolumbre (DEM-AP) estaria atrelada a falta de apoiamento dentro do Senado Federal, inclusive acusando o Presidente da Suprema Casa de Leis em aliar-se a velha política, troca de favores, dentre outras coisas, o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), oposicionista de carteirinha, oculta de fato os verdadeiros e maiores motivos desse seu “descontentamento” político contra Davi Alcolumbre.

Certamente, o primeiro e o maior deles é a própria essência vaidosa do senador Randolfe, que não sobrevive sem as lentes das câmeras. Questão essa que ele resolve se opondo a qualquer pessoa ou autoridade que esteja em evidência, principalmente os que estão sob os holofotes da mídia nacional, que nesse caso em específico, o próprio Presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Essa busca pela rebarba midiática, lhe trouxe inclusive a alcunha de “Senador dos Holofotes”, propagada nas redes sociais por seus desafetos e até pelos seus próprios eleitores no estado do Amapá.

O segundo motivo, talvez desconhecido de parte da mídia nacional, é o fato de que o grupo político no Amapá do qual fazem parte o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Clécio Luiz (REDE-AP), atual prefeito de Macapá/AP, tem como estrela maior o Senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), que na última eleição contribuiu de forma decisiva para a reeleição de Randolfe ao Senado Federal.

O terceiro motivo, é que diante desse quadro, o Senador Davi Alcolumbre, sentiu-se muito a vontade para declarar apoio a Josiel Alcolumbre (DEM-AP), como pré-candidato a prefeitura da capital amapaense, o que joga um balde de agua fria nas pretensões de Randolfe em concorrer ao governo do Amapá em 2022.

O senador oposicionista sabe que a conquista da prefeitura da capital é, sem dúvidas, o mais importante degrau de acesso ao Palácio do Setentrião, em 2022. Frise-se que Randolfe Rodrigues já espalhou, do Oiapoque ao Jari, a sua intenção em sentar na principal cadeira do governo do Amapá, contando como certo o apoio de Davi.

Mas afinal, como chegar lá sem o apoio político do Senador Davi Alcolumbre? O seu partido, Rede Sustentabilidade, esbarra na “clausula de Barreira” e não possui fundo partidário para o pleito de 2020, o que força Randolfe a tentar uma possível coligação entre REDE e PDT, de Waldez Góes, governador do Amapá, e de Ciro Gomes (dia a 20/09, os três estarão palestrando em uma universidade sobre a Amazônia na capital amapaense). Essa aliança, caso aconteça, lhe possibilitará os fundos necessários para a disputa no próximo pleito municipal, fundamental para uma candidatura do REDE a Prefeitura de Macapá.

Para agravar mais ainda a estrutura política de Randolfe Rodrigues no Amapá, Clécio Luiz (REDE-AP), atual prefeito, não poderá concorrer a reeleição porque está em seu segundo mandato e como tal, fora do pleito.

Sem candidato firmado, sem dinheiro e sem apoio político do Presidente do Senado, a base política de Randolfe fica desconstruída o que lhe inviabiliza a espalhada candidatura ao governo. Por isso o flerte, em desespero e em busca do fundo partidário, com o PDT de Ciro Gomes e Waldez Góes.

Mas a história não termina aqui, Clécio Luiz (REDE-AP) também sinalizou o interesse de concorrer ao governo do estado do Amapá, o que também já o coloca em rota de colisão com seu eterno parceiro de “caminhada”.  Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

 

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