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O lockdown foi um erro e pode ter matado mais gente que salvado

O Professor Michael Levitt, Prêmio Nobel de Química em 2013, afirmou que manter as pessoas dentro de casa foi derivado de 'pânico'
O lockdown foi um erro e pode ter matado mais gente que salvado
Ilustração do original

O lockdown foi um erro e pode ter matado mais gente que salvado

https://www.dailymail.co.uk/news/article-8351649/Lockdown-waste-time-kill-saved-claims-Nobel-laureate.html

O bloqueio (lockdown) imposto à população por causa do coronavírus pode ter causado mais mortes do que se diz que salvou, afirmou um cientista laureado com o Nobel.

Michael Levitt, professor da Universidade de Stanford, que previu corretamente a escala inicial da pandemia, afirmou que a decisão de manter as pessoas dentro de casa foi mais motivada por causa de "pânico" do que pela melhor ciência.

O professor Levitt também disse que a modelo de evolução da doença que levou os governos a travarem quase todas as atividades econômicas e sociais foi obra do professor Neil Ferguson, do Imperial College, no qual superestimou muito o número de mortos nas escalas de 10 a 12 vezes maiores do que a realidade.

As suas palavras ganham apoio num relatório do JP Morgan, instituição de investimentos que reúne grandes nomes da economia e outras áreas, no qual consta que os bloqueios falharam em alterar o curso da pandemia, mas foram bem eficazes para "destruír milhões de meios de subsistência".

O autor do trabalho, Marko Kolanovic, físico e estrategista experiente, que trabalha no JP Morgan, disse que os governos teriam ficado assustados por "artigos científicos falhos", e com isso, acabaram por impor bloqueios "ineficientes ou antiquados" dando pouquíssimos efeitos práticos.

O pesquisador assevera que a queda nas taxas de infecção observadas desde a imposição dos bloqueios indicam que "o vírus deve ter a sua própria dinâmica", que "não foi de modo algum afetada pelas medidas incoerentes de bloqueio".

A Dinamarca está entre os países que viram sua taxa de contágio continuar caindo após a reabertura de escolas e comércio, enquanto a taxa da Alemanha permaneceu com taxas abaixo de 1,0 após a redução do bloqueio.

Gráfico mostra o efeitoda suspensão do confinamento nos Estados Unidos: muitos estados apresentaram uma taxa mais baixa de infecção após o encerramento dos bloqueios em larga escala

Gráfico mostra que muitos países viram suas taxas de infecção caírem em vez de aumentar novamente quando terminaram seus bloqueios

O professor Levitt disse ao periódico The Telegraph:

"Creio que o bloqueio não salvou vidas, e eventualmente pode ter custado mais vidas. Se, por um lado, as medidas de fechamento da sociedade parecem ter salvado algumas vidas de acidentes de trânsito, e coisas do tipo, por outro, os danos sociais, coisas como violência doméstica, divórcios, alcoolismo, tiveram os números elevados exponencialmente.

Ademais, existem ainda aquelas pessoas que não receberam tratamento para outros tipos de doenças".

O professor Levitt foi laureado c'o Prêmio Nobel de Química em 2013 pelo "desenvolvimento de modelos em várias escalas para sistemas químicos complexos". Ele afirmou, logo no começo, mais ou menos há dous meses, que a maioria dos especialistas fizeram previsões equivocadas sobre o coronavírus.

Ele também acredita que o governo deveria incentivar as pessoas a usar máscaras e encontrar outras maneiras de continuar trabalhando enquanto se distanciam socialmente (manter-se afastado a certa distância enquanto realiza as atividades diárias).

O modelo de desenvolvimento da pandemia proposto pelo professor Neil Ferguson, por outro lado, estimava que até 500.000 mortes ocorreriam sem medidas de distanciamento social.

O professor Levitt acrescentou: "penso que, por razões que não estão claras, os governantes entraram em pânico, o que ocasinou o pânico antre a população. Aconteceu que ninguém discutiu direito sobre o assunto".

O vencedor do prêmio Nobel de 73 anos não é um epidemiologista, mas avaliou o surto na China logo no início da crise e fez previsões alternativas com base nos seus próprios cálculos.

Embora o professor Levitt reconheça que os bloqueios  até poderia ter sido eficazes, ele os descreve como "medievais" e acredita que os epidemiologistas exageram as suas estimativas, de modo que, como as pessoas são mais suscetíveis às notícias ruins, as suas palavras foram imediatamente ouvidas.

O trabalho do professor Levitt segue a esteira de pesquisas realizadas por outros outros cientistas, laborando na mesma área do saber, que também relataram que não podiam confirmar o trabalho do professor Ferguson.

Sucedeu que as pesquisas de outros cientistas, cujos estudos produziram resultados muito diferentes dos dados alarmistas, foram amplamente ignoradas pelos agentes do governo.

David Richards, co-fundador da empresa britânica de tecnologia de dados WANdisco, comentou que o modelo de Ferguson era uma "grande bagunça que se parece mais com uma tigela de macarrão "cabelo de anjo" do que com uma peça de programação refinada".

Gráfico que mostra a evolução das mortes na Europa num período de sete dias

David Richards comentou: "No meio empresarial, demitiríamos qualquer um que desenvolvesse um código assim e qualquer empresa que dependesse de algo do tipo para produzir software comercial certamente iria à falência".

Pesquisadores da Universidade de Edimburgo também encontraram falhas ao executar o modelo, obtendo resultados discrepantes quando usavam computadores diferentes, e até usando os mesmo computadores, mas em vezes distintas.

A equipe que criou o modelo relatou a falha do sistema teria sido corrigida, porém os especialistas continuam admirado por sua má qualidade.

Quatro técnicos experientes já tinham observado que o código esava "seriamente comprometido por falhas", pois tem "grandes partes do código de programação contaminadas por técnicas ruins" e é "possivelmente o pior código já visto".

Após a previsão sombria do modelo, o professor Michael Thursfield, da Universidade de Edimburgo, criticou o apontamento do professor Ferguson como "cheio de remendos".

 

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O bloqueio (lockdown) imposto à população por causa do coronavírus pode ter causado mais mortes do que se diz que salvou, afirmou um cientista laureado com o Nobel.

Michael Levitt, professor da Universidade de Stanford, que previu corretamente a escala inicial da pandemia, afirmou que a decisão de manter as pessoas dentro de casa foi mais motivada por causa de "pânico" do que pela melhor ciência.

O professor Levitt também disse que a modelo de evolução da doença que levou os governos a travarem quase todas as atividades econômicas e sociais foi obra do professor Neil Ferguson, do Imperial College, no qual superestimou muito o número de mortos nas escalas de 10 a 12 vezes maiores do que a realidade.

As suas palavras ganham apoio num relatório do JP Morgan, instituição de investimentos que reúne grandes nomes da economia e outras áreas, no qual consta que os bloqueios falharam em alterar o curso da pandemia, mas foram bem eficazes para "destruír milhões de meios de subsistência".

O autor do trabalho, Marko Kolanovic, físico e estrategista experiente, que trabalha no JP Morgan, disse que os governos teriam ficado assustados por "artigos científicos falhos", e com isso, acabaram por impor bloqueios "ineficientes ou antiquados" dando pouquíssimos efeitos práticos.

O pesquisador assevera que a queda nas taxas de infecção observadas desde a imposição dos bloqueios indicam que "o vírus deve ter a sua própria dinâmica", que "não foi de modo algum afetada pelas medidas incoerentes de bloqueio".

A Dinamarca está entre os países que viram sua taxa de contágio continuar caindo após a reabertura de escolas e comércio, enquanto a taxa da Alemanha permaneceu com taxas abaixo de 1,0 após a redução do bloqueio.

Gráfico mostra o efeitoda suspensão do confinamento nos Estados Unidos: muitos estados apresentaram uma taxa mais baixa de infecção após o encerramento dos bloqueios em larga escala

Gráfico mostra que muitos países viram suas taxas de infecção caírem em vez de aumentar novamente quando terminaram seus bloqueios

O professor Levitt disse ao periódico The Telegraph:

"Creio que o bloqueio não salvou vidas, e eventualmente pode ter custado mais vidas. Se, por um lado, as medidas de fechamento da sociedade parecem ter salvado algumas vidas de acidentes de trânsito, e coisas do tipo, por outro, os danos sociais, coisas como violência doméstica, divórcios, alcoolismo, tiveram os números elevados exponencialmente.

Ademais, existem ainda aquelas pessoas que não receberam tratamento para outros tipos de doenças".

O professor Levitt foi laureado c'o Prêmio Nobel de Química em 2013 pelo "desenvolvimento de modelos em várias escalas para sistemas químicos complexos". Ele afirmou, logo no começo, mais ou menos há dous meses, que a maioria dos especialistas fizeram previsões equivocadas sobre o coronavírus.

Ele também acredita que o governo deveria incentivar as pessoas a usar máscaras e encontrar outras maneiras de continuar trabalhando enquanto se distanciam socialmente (manter-se afastado a certa distância enquanto realiza as atividades diárias).

O modelo de desenvolvimento da pandemia proposto pelo professor Neil Ferguson, por outro lado, estimava que até 500.000 mortes ocorreriam sem medidas de distanciamento social.

O professor Levitt acrescentou: "penso que, por razões que não estão claras, os governantes entraram em pânico, o que ocasinou o pânico antre a população. Aconteceu que ninguém discutiu direito sobre o assunto".

O vencedor do prêmio Nobel de 73 anos não é um epidemiologista, mas avaliou o surto na China logo no início da crise e fez previsões alternativas com base nos seus próprios cálculos.

Embora o professor Levitt reconheça que os bloqueios  até poderia ter sido eficazes, ele os descreve como "medievais" e acredita que os epidemiologistas exageram as suas estimativas, de modo que, como as pessoas são mais suscetíveis às notícias ruins, as suas palavras foram imediatamente ouvidas.

O trabalho do professor Levitt segue a esteira de pesquisas realizadas por outros outros cientistas, laborando na mesma área do saber, que também relataram que não podiam confirmar o trabalho do professor Ferguson.

Sucedeu que as pesquisas de outros cientistas, cujos estudos produziram resultados muito diferentes dos dados alarmistas, foram amplamente ignoradas pelos agentes do governo.

David Richards, co-fundador da empresa britânica de tecnologia de dados WANdisco, comentou que o modelo de Ferguson era uma "grande bagunça que se parece mais com uma tigela de macarrão "cabelo de anjo" do que com uma peça de programação refinada".

Gráfico que mostra a evolução das mortes na Europa num período de sete dias

David Richards comentou: "No meio empresarial, demitiríamos qualquer um que desenvolvesse um código assim e qualquer empresa que dependesse de algo do tipo para produzir software comercial certamente iria à falência".

Pesquisadores da Universidade de Edimburgo também encontraram falhas ao executar o modelo, obtendo resultados discrepantes quando usavam computadores diferentes, e até usando os mesmo computadores, mas em vezes distintas.

A equipe que criou o modelo relatou a falha do sistema teria sido corrigida, porém os especialistas continuam admirado por sua má qualidade.

Quatro técnicos experientes já tinham observado que o código esava "seriamente comprometido por falhas", pois tem "grandes partes do código de programação contaminadas por técnicas ruins" e é "possivelmente o pior código já visto".

Após a previsão sombria do modelo, o professor Michael Thursfield, da Universidade de Edimburgo, criticou o apontamento do professor Ferguson como "cheio de remendos".

 

Fonte

https://www.dailymail.co.uk/news/article-8351649/Lockdown-waste-time-kill-saved-claims-Nobel-laureate.html

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