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Nintendo reinaugura site oficial no Brasil

Até o momento, porém, não há anúncio sobre a retomada do comércio formal de produtos da Nintendo no Brasil.
Nintendo reinaugura site oficial no Brasil
g1.globo.com

Nintendo reinaugura site oficial no Brasil

Depois de quase 3 anos da sua saída formal do Brasil, a Nintendo reinaugurou seu site oficial no país nos últimos dias... e por enquanto a notícia é somente essa mesmo.

Agora, ao acessar o endereço www.nintendo.com/pt_BR, o usuário chega numa página toda em português e com a frase "Obrigado por visitar a Nintendo Brasil. Que bom ter você por aqui!" no topo.

Até o momento, não há nenhum anúncio sobre a retomada do comércio formal de produtos da Nintendo no Brasil. Em março deste ano, a fabricante japonesa lançou o console Switch, sucesso de vendas nos Estados Unidos e no mundo.

O game "The Legend of Zelda: Breath of the Wild" ganhou o prêmio de game do ano na premiação The Game Awards 2017. Ele e "Super Mario Odyssey" também aparecem na lista do G1 de 10 games mais importantes do ano.

Retorno tímido (e caro)


Desde maio, algumas importadoras brasileiras têm trazido produtos da fabricante japonesa ao país. O Switch chegou em quantidades bem pequenas e títulos eram vendidos por até R$ 400. Já a nova versão do Super Nintendo, sensação no exterior, era comercializado por R$ 1 mil.

"Não estamos desistindo do Brasil"

Em janeiro de 2015, a Nintendo anunciou que a Gaming do Brasil, empresa que até então servia como canal de vendas de games e consoles da empresa japonesa no país, não iria mais importar os produtos da Nintendo. A Gaming do Brasil é subsidiária da Juegos de Video Latinoamérica, GmbH, que representa a Nintendo em toda a América Latina. A atuação na região, porém, continuaria.

Na ocasião, o executivo Bill van Zyll, diretor geral da Nintendo para a América Latina, disse ao G1 que a Nintendo estava "dando um passo atrás no Brasil para repensar o seu modelo de negócios" no país, e que via isso "como algo temporário". "Não estamos desistindo do Brasil", afirmou.

A Nintendo atribuiu sua decisão às altas taxas de importação. "O Brasil é um mercado único por causa do seu tamanho e potencial. E isso cria desafios únicos. O que eu posso dizer é que olhamos continuamente para o modelo de importação. E nos vimos forçados a repensar esse modelo. Determinamos que ele simplesmente não é sustentável", afirma van Zyll.

"Por causa desses custos, não somos capazes de levar nossos produtos aos consumidores brasileiros a um preço e a um custo que faça sentido".

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Depois de quase 3 anos da sua saída formal do Brasil, a Nintendo reinaugurou seu site oficial no país nos últimos dias... e por enquanto a notícia é somente essa mesmo.

Agora, ao acessar o endereço www.nintendo.com/pt_BR, o usuário chega numa página toda em português e com a frase "Obrigado por visitar a Nintendo Brasil. Que bom ter você por aqui!" no topo.

Até o momento, não há nenhum anúncio sobre a retomada do comércio formal de produtos da Nintendo no Brasil. Em março deste ano, a fabricante japonesa lançou o console Switch, sucesso de vendas nos Estados Unidos e no mundo.

O game "The Legend of Zelda: Breath of the Wild" ganhou o prêmio de game do ano na premiação The Game Awards 2017. Ele e "Super Mario Odyssey" também aparecem na lista do G1 de 10 games mais importantes do ano.

Retorno tímido (e caro)


Desde maio, algumas importadoras brasileiras têm trazido produtos da fabricante japonesa ao país. O Switch chegou em quantidades bem pequenas e títulos eram vendidos por até R$ 400. Já a nova versão do Super Nintendo, sensação no exterior, era comercializado por R$ 1 mil.

"Não estamos desistindo do Brasil"

Em janeiro de 2015, a Nintendo anunciou que a Gaming do Brasil, empresa que até então servia como canal de vendas de games e consoles da empresa japonesa no país, não iria mais importar os produtos da Nintendo. A Gaming do Brasil é subsidiária da Juegos de Video Latinoamérica, GmbH, que representa a Nintendo em toda a América Latina. A atuação na região, porém, continuaria.

Na ocasião, o executivo Bill van Zyll, diretor geral da Nintendo para a América Latina, disse ao G1 que a Nintendo estava "dando um passo atrás no Brasil para repensar o seu modelo de negócios" no país, e que via isso "como algo temporário". "Não estamos desistindo do Brasil", afirmou.

A Nintendo atribuiu sua decisão às altas taxas de importação. "O Brasil é um mercado único por causa do seu tamanho e potencial. E isso cria desafios únicos. O que eu posso dizer é que olhamos continuamente para o modelo de importação. E nos vimos forçados a repensar esse modelo. Determinamos que ele simplesmente não é sustentável", afirma van Zyll.

"Por causa desses custos, não somos capazes de levar nossos produtos aos consumidores brasileiros a um preço e a um custo que faça sentido".

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