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Não era esse o Congresso da renovação?

Mesmo com expressivo percentual de novos parlamentares, o Congresso Nacional cultiva velhos hábitos
Não era esse o Congresso da renovação?
Ilustração, Congresso Nacional

Não era esse o Congresso da renovação?

Redação

Em tese, o Congresso Nacional que saiu das urnas nas últimas eleições (2018) era uma turma renovada, como não se vira nos trinta anos anteriores. As manchetes de todos os veículos de comunicação, pelo menos os maiores, propalavam esse feito aos quatro cantos, e encheu-se o povo de esperanças…

Passados, pois, pouco mais de oito meses da nova legislatura, o povo depara-se em verdade com mais do mesmo ou, como diz o adágio, só se trocou seis por meia dúzia: a decepção chegou igual uma bofetada, daquelas que estralam alto e deixam a cara vermelha de ardida!

Não precisa ser génio ou acompanhar colado o noticiário político para saber que se confirmou aquela (já) velha tendência de a cada nova eleição brotar sempre um Congresso piorado. Tal como a Lei de Moore (que diz que o poder dos computadores dublica a cada ano e meio), isso parece ser a norma na política brasileira.

E motivos não faltam.

O Presidente mal assumiu e já foi logo cortando gastos, concluiu e enviou projetos de reforma previdenciária e de segurança pública, promoveu a flexibilização de regras para estimular o empreendedorismo e a economia, resultando em expressivas altas da confiança de investidores e nas bolsas de valores e em quedas acentuadas no desemprego. A taxa básica de juros da economia é a mais baixa da história! O Presidente tem cometido equívocos, é verdade, porém, no geral, tem acertado.

Por sua vez, atuais Senado e Câmara dos Deputados têm-se mostrado menos produtivos do que os anteriores: tudo o que o Presidente envia para eles é atravancado, lá tudo vai arrastado. E Suas Excelências dizem que é por falta de articulação…

Queixam-se ainda de que a reforma da previdência seria impopular... Todavia, o próprio povo já saiu às ruas para exigi-la, ou seja, pode-se até chamar a reforma de amarga, mas nunca de impopular.

Quanto às medidas de segurança pública, o quadro chega a ser pior, porque já estão sendo deformadas neste exato momento. O decreto que flexibilizava o porte de armas de fogo foi derrubado. As medidas anticorrupção, propostas por iniciativa do povo, malograram na lei de abuso de autoridade, que restringem as atuações das Polícias, Ministério Público e Justiça. E, enquanto o povo está morrendo nas mãos dos bandidos, os congressistas estão mais preocupados com fuxico, a tal CPI da "feiquinhius" (fake news).

Muito mais de negativo poderia ser dito a respeito do Congresso Nacional, mas não caberia neste pequeno texto. A comparação do Poder Legislativo c'o pombo do tabuleiro de xadrez é inevitável: suja tudo e ainda sai todo orgulhoso de peito estufado. O Executivo trabalha, o Legislativo só atrapalha.

E tem gente que mal esquentou a cadeira de deputado federal e já quer alçar voos mais altos…

A conclusão é que o país tem evoluído, puxado pelo Poder Executivo, a despeito do Poder Legislativo, que faz de tudo para defender os próprios interesses, deixando em segundo plano os interesses do povo. Ou seja, não há renovação de nada na corrente legislatura; se renovou, foi para pior.

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Em tese, o Congresso Nacional que saiu das urnas nas últimas eleições (2018) era uma turma renovada, como não se vira nos trinta anos anteriores. As manchetes de todos os veículos de comunicação, pelo menos os maiores, propalavam esse feito aos quatro cantos, e encheu-se o povo de esperanças…

Passados, pois, pouco mais de oito meses da nova legislatura, o povo depara-se em verdade com mais do mesmo ou, como diz o adágio, só se trocou seis por meia dúzia: a decepção chegou igual uma bofetada, daquelas que estralam alto e deixam a cara vermelha de ardida!

Não precisa ser génio ou acompanhar colado o noticiário político para saber que se confirmou aquela (já) velha tendência de a cada nova eleição brotar sempre um Congresso piorado. Tal como a Lei de Moore (que diz que o poder dos computadores dublica a cada ano e meio), isso parece ser a norma na política brasileira.

E motivos não faltam.

O Presidente mal assumiu e já foi logo cortando gastos, concluiu e enviou projetos de reforma previdenciária e de segurança pública, promoveu a flexibilização de regras para estimular o empreendedorismo e a economia, resultando em expressivas altas da confiança de investidores e nas bolsas de valores e em quedas acentuadas no desemprego. A taxa básica de juros da economia é a mais baixa da história! O Presidente tem cometido equívocos, é verdade, porém, no geral, tem acertado.

Por sua vez, atuais Senado e Câmara dos Deputados têm-se mostrado menos produtivos do que os anteriores: tudo o que o Presidente envia para eles é atravancado, lá tudo vai arrastado. E Suas Excelências dizem que é por falta de articulação…

Queixam-se ainda de que a reforma da previdência seria impopular... Todavia, o próprio povo já saiu às ruas para exigi-la, ou seja, pode-se até chamar a reforma de amarga, mas nunca de impopular.

Quanto às medidas de segurança pública, o quadro chega a ser pior, porque já estão sendo deformadas neste exato momento. O decreto que flexibilizava o porte de armas de fogo foi derrubado. As medidas anticorrupção, propostas por iniciativa do povo, malograram na lei de abuso de autoridade, que restringem as atuações das Polícias, Ministério Público e Justiça. E, enquanto o povo está morrendo nas mãos dos bandidos, os congressistas estão mais preocupados com fuxico, a tal CPI da "feiquinhius" (fake news).

Muito mais de negativo poderia ser dito a respeito do Congresso Nacional, mas não caberia neste pequeno texto. A comparação do Poder Legislativo c'o pombo do tabuleiro de xadrez é inevitável: suja tudo e ainda sai todo orgulhoso de peito estufado. O Executivo trabalha, o Legislativo só atrapalha.

E tem gente que mal esquentou a cadeira de deputado federal e já quer alçar voos mais altos…

A conclusão é que o país tem evoluído, puxado pelo Poder Executivo, a despeito do Poder Legislativo, que faz de tudo para defender os próprios interesses, deixando em segundo plano os interesses do povo. Ou seja, não há renovação de nada na corrente legislatura; se renovou, foi para pior.

Fonte

Redação

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