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“Infeliz e fora do tom”, disse Mourão sobre Gilmar Mende

“Pode criticar a gestão, ele está no direito dele." disse ainda o Vice-presidente
“Infeliz e fora do tom”, disse Mourão sobre Gilmar Mende
Fotomontagem República de Curitiba

“Infeliz e fora do tom”, disse Mourão sobre Gilmar Mende

https://republicadecuritiba.net/

General Mourão responde críticas de Gilmar Mendes ao Exército: “infeliz e fora do tom”

As críticas feitas por Gilmar Mendes para comentar o desempenho do Exército no combate à Covid-19 foram “fora do tom”, segundo Hamilton Mourão, em conversa com Andréia Sadi:

“Pode criticar a gestão, ele está no direito dele. Mas os termos foram fora do tom, foi infeliz”.

Conforme noticiamos, o ministério da defesa também rebateu as críticas de Gilmar Mendes, que afirmou em entrevista que o Exército está aliado a um “genocídio” ao aceitar comandar o Ministério da Saúde. O Ministro da defesa também se disse indignado com as críticas recebidas por Gilmar.

Em Nota, o Ministério da Defesa se posicionou:

Confira a íntegra do documento do Ministério da Defesa:

“O Ministério da Defesa (MD) informa que as Forças Armadas atuam diretamente no combate ao novo coronavírus, por meio da Operação Covid-19. Desde o início da pandemia, vem atuando sempre para o bem-estar de todos os brasileiros. São empregados, diariamente, 34 mil militares, efetivo maior do que o da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial, com 25.800 homens. O MD tem o compromisso com a saúde e com o bem estar de todos o brasileiros de norte ao sul do País. A mobilização desta Pasta começou no dia 5 de fevereiro, quando foi deflagrada a Operação Regresso à Patria Amada Brasil. Na ocasião, foram resgatados 34 brasileiros de Wuhan, na China, antes mesmo de aparecer o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil, em 26 de fevereiro.

A Operação Covid-19, criada em 19 de março de 2020, estabeleceu 10 comandos conjuntos espalhados por todo o Brasil, além do Comando Aeroespacial (COMAE). Os resultados mostram que a operação está atingindo os objetivos a que se propõe. De lá para cá, foram descontaminados 3.348 locais públicos; realizadas 2.139 campanhas de conscientização junto à população, 3.249 ações em barreiras sanitárias e 21.026 doações de sangue; distribuídos 728.842 cestas básicas; produzidos 20.315 litros de álcool em gel e capacitadas 9.945 pessoas para realizar ações de descontaminação.

É ainda importante destacar que já foram transportadas 17.554 toneladas de pessoal e equipamentos médicos via terrestre, 471 toneladas de pessoal e equipamentos médicos via transporte aéreo, voadas 1.334 horas, o equivalente a 14,5 voltas ao mundo.

As Forças Armadas realizam permanentemente atividades subsidiárias para cooperar com o desenvolvimento nacional e defesa civil. Este ano, em face à pandemia causada pelo novo coronavírus, os Ministérios da Defesa e da Saúde, em ação conjunta, intensificaram a assistência à saúde prestada a indígenas em diversas localidades carentes e isoladas do país. As mais de 200 missões em aldeias indígenas somente na Amazônia Ocidental realizam atendimentos de saúde, promovem cuidados básicos de saúde e orientam sobre a prevenção de doenças, sempre respeitando os aspectos socioculturais, condizentes com a realidade de cada etnia.”

 

 

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General Mourão responde críticas de Gilmar Mendes ao Exército: “infeliz e fora do tom”

As críticas feitas por Gilmar Mendes para comentar o desempenho do Exército no combate à Covid-19 foram “fora do tom”, segundo Hamilton Mourão, em conversa com Andréia Sadi:

“Pode criticar a gestão, ele está no direito dele. Mas os termos foram fora do tom, foi infeliz”.

Conforme noticiamos, o ministério da defesa também rebateu as críticas de Gilmar Mendes, que afirmou em entrevista que o Exército está aliado a um “genocídio” ao aceitar comandar o Ministério da Saúde. O Ministro da defesa também se disse indignado com as críticas recebidas por Gilmar.

Em Nota, o Ministério da Defesa se posicionou:

Confira a íntegra do documento do Ministério da Defesa:

“O Ministério da Defesa (MD) informa que as Forças Armadas atuam diretamente no combate ao novo coronavírus, por meio da Operação Covid-19. Desde o início da pandemia, vem atuando sempre para o bem-estar de todos os brasileiros. São empregados, diariamente, 34 mil militares, efetivo maior do que o da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial, com 25.800 homens. O MD tem o compromisso com a saúde e com o bem estar de todos o brasileiros de norte ao sul do País. A mobilização desta Pasta começou no dia 5 de fevereiro, quando foi deflagrada a Operação Regresso à Patria Amada Brasil. Na ocasião, foram resgatados 34 brasileiros de Wuhan, na China, antes mesmo de aparecer o primeiro caso confirmado de coronavírus no Brasil, em 26 de fevereiro.

A Operação Covid-19, criada em 19 de março de 2020, estabeleceu 10 comandos conjuntos espalhados por todo o Brasil, além do Comando Aeroespacial (COMAE). Os resultados mostram que a operação está atingindo os objetivos a que se propõe. De lá para cá, foram descontaminados 3.348 locais públicos; realizadas 2.139 campanhas de conscientização junto à população, 3.249 ações em barreiras sanitárias e 21.026 doações de sangue; distribuídos 728.842 cestas básicas; produzidos 20.315 litros de álcool em gel e capacitadas 9.945 pessoas para realizar ações de descontaminação.

É ainda importante destacar que já foram transportadas 17.554 toneladas de pessoal e equipamentos médicos via terrestre, 471 toneladas de pessoal e equipamentos médicos via transporte aéreo, voadas 1.334 horas, o equivalente a 14,5 voltas ao mundo.

As Forças Armadas realizam permanentemente atividades subsidiárias para cooperar com o desenvolvimento nacional e defesa civil. Este ano, em face à pandemia causada pelo novo coronavírus, os Ministérios da Defesa e da Saúde, em ação conjunta, intensificaram a assistência à saúde prestada a indígenas em diversas localidades carentes e isoladas do país. As mais de 200 missões em aldeias indígenas somente na Amazônia Ocidental realizam atendimentos de saúde, promovem cuidados básicos de saúde e orientam sobre a prevenção de doenças, sempre respeitando os aspectos socioculturais, condizentes com a realidade de cada etnia.”

 

 

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