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ELEIÇÕES 2020 MACAPÁ - QUEM É QUEM - CAPI

Conheça a percepção do Portal j832 sobre cada candidato a prefeitura municipal de Macapá.
ELEIÇÕES 2020 MACAPÁ - QUEM É QUEM - CAPI
João Alberto Capiberibe

ELEIÇÕES 2020 MACAPÁ - QUEM É QUEM - CAPI

da Redação

Conforme havíamos anunciado anteriormente, estaremos a partir de hoje fazendo uma análise pontual sobre os pré-candidatos ao governo municipal de Macapá. Por ordem alfabética, daqueles candidatos que já se lançaram publicamente, o primeiro a ser analisado por este Portal de Notícias, é o pré-candidato CAPIBERIBE.

João Alberto Rodrigues Capiberibe, o CAPI.

Paraense, nascido em 1947, é sem dúvidas um dos maiores expoentes da política amapaense, mas não podemos de deixar de evidenciar que ao seu comando está uma das maiores OLIGARQUIAS estabelecidas no Amapá. (adiante justificaremos)

CAPI não tem eleitores, CAPI tem torcida. Sabe VASCO x FLAMENGO?. Assim é a família CAPIBERIBE contra os GÓES no Amapá. Dois times que se divertem a cada eleição que passa, alternando-se no poder a troco da escancarada compra de votos. São duas torcidas diferentes, mas todos, como nos times citados, cariocas, Assim são CAPIBERIBES e GÓES: farinha do mesmo angu.

A torcida Capiberista não consegue mais desvencilhar quem é o político CAPI da personagem que ele criou em torno da sua própria história. O romantismo do suposto exilio que tanto pregou já acabou faz muito tempo, mas ele ainda acredita, assim como seus torcedores, que ainda se mantém vivos os tempos áureos do “caminhando e cantando e seguindo a canção...”.

Essa torcida, embora traída e muito bem maltratada, garantiu ao CAPI uma pecha de “perseguido”, o que lhe trouxe certo poder político, quase que absoluto no Amapá, por muito tempo, exercendo a coroa de Prefeito da capital por 4 anos e de governador do Amapá por longos 8 anos

CAPI quando prefeito, entre 1989 e 1992, não fez absolutamente nada em prol da estruturação da cidade a qual geria. Não há uma obra relevante em que se atribua iniciativa de CAPI. Aliás, cremos e acreditamos que ele faz questão de nunca mencionar nada sobre sua gestão sobre a capital, até porque não houve nada mesmo. Em termos estruturais em prol da capital amapaense, nada vezes nada.

Em termos políticos, CAPI foi e é um GIGANTE. Conseguiu polarizar empresários, presidentes de ongs, políticos, fracos, corruptos e inescrupulosos deputados, além de manter sob sua chibata uma gama expressiva da mídia local, conduzindo-os numa viagem sem volta, rumo a SUA LIDERANÇA.

Na realidade CAPI hoje se encontra entre a cruz e a espada, porque só depende do apoio popular, pois não há um político no Amapá que acredite que CAPI honre qualquer compromisso político. Essa maioria ele não tem mais. Por outro lado, ele ganha 10 votos, e perde 15 a cada vez que seu filhote Camilo arrota alguma frase na mídia,

 

CAPI  - GOVERNADOR DO AMAPÁ

Até parecia que estava chegando um novo momento na história do Amapá. Um jovem, barbudo, perseguido para uns, para outros "um coitado fumador de maconha", que estava trazendo outra realidade e novas ideias para administração pública, contra aquela trazida pelo Comandante Militar Aníbal Barcellos. Uma nova perspectiva ao Amapá surgia. O empresariado, os não corruptos e os corruptos também, abraçou o CAPI como a cobra abraça a cruz.

Após sua eleição como governador, Capi saiu eliminando um a um dos seus apoiadores, empresários, políticos, financiadores, etc., e selecionou apenas aqueles do seu staff pessoal e daqueles que ele tinha certeza absoluta de sua subserviência. (Qualquer opinião contrária é pura hipocrisia).

CAPI, chegou pomposamente e logo de pronto desconheceu seus amigos mais próximos. E assim se formatou o CAPI que vemos hoje, tendo como base um grupo pequeno, a maioria despreparada para exercer qualquer cargo público, e, todos, sem exceção, sem poder de comando; Isso , porque é assim que CAPI trabalha. A sua própria esposa é tratada por ele de "Camarada Janete"

Nenhum de seus Secretários tinham qualquer poder. Das mais simples nomeações até as mais complexas, NINGUÉM, mandava absolutamente NADA. A última voz era a do CAPI.

A própria família de CAPI questionou a suposta farsa em torna da personagem que ele havia criado ante a sociedade amapaense de “perseguido político”. Até hoje ele mantém a história. Até na mais simples ação na Justiça, se perde, surge o: É PERSEGUIÇÃO. Se ganha, fica calado.

São incontáveis as declarações de seu irmão, também com o mesmo nome João, que afirma que CAPI, foi um charlatão, enganador, etc.,. Fazer o quê então?

CAPI, enquanto governador, finalizou empresas importantes para o Amapá, apenas pra lembrar algumas, BANAP – Banco do estado do Amapá, Codeasa, SENAVA e a CEA - Companhia de Eletricidade do Amapá (Deputado Joel Banha, do PT e da base do Governo Capiberibe e a época, rasgou num sonoro discurso na Assembleia Legislativa:- SUA FAMILIA ACABOU COM A CEA)

Além de contribuir para falir várias industrias e quebrar centenas de médias e pequenas empresas amapaenses, sobre a narrativa de um certo discurso utilizado na segunda guerra mundial, que aqui foi batizado de PDSA, ele manteve seu governo. Segundo a ideia, o homem tem que buscar o seu sustento apenas naquilo que sua terra lhe der. Você tem que comer o que você planta. A ideia não foi pra frente e os patês de chicórias e outros souvenir’s da selva não deram sustentação a nossa economia e caíram no esquecimento.

Foi no seu governo também que se ouviu pela primeira vez sobre “Mensalinho” da Assembleia, até hoje não explicado de forma explicita, como deveria ser, a sociedade amapaense,

Também em seu governo aconteceram fatos sem qualquer explicação em torno de dinheiro público. Apenas para atiçar a memória de alguns, foi subtraído MEIO MILHÃO DE REAIS, EM DINHEIRO, da residência do então SECRETÁRIO DE SAÚDE do governador CAPIBERIBE, Jardel Nunes. O Secretário de Saúde registrou a ocorrência numa Delegacia de Policia. Jardel Nunes hoje é visto sentados nos escaninhos do gabinete do Senador Davi Alcolumbre, em Brasília.

 

Cassação do mandato de Senador da República

CAPI foi o primeiro senador da HISTÓRIA DA REPÚBLICA a ser cassado por compras de votos. Para a torcida (ele não tem eleitores, ele tem torcida) novamente ele foi injustiçado, Uma penca da mídia subserviente a ele diz que o político apenas comprou um votou de apenas uma eleitora. Ao contrário do que a Justiça Eleitoral pregou na mídia inclusive de haver encontrado dinheiro numa casinha de cachorro e uma lista enorme dos eleitores a serem pagos, Os seus servos acreditam na sua inocência. Nem a Justiça do Amapá e nem o Congresso Nacional acreditou no choro de CAPI.

O que prevaleceu mesmo foi a Lei, e, durante toda a história do BRASIL, JOÃO ALBERTO RODRIGUES CAPIBERIBE foi o primeiro SENADOR da REPÚBLICA do BRASIL, a ser cassado por compra de votos, e ponto final,

 

TRANSPARÊNCIA

CAPI, trouxe uma ideia nova para o BRASIL enquanto sentado em uma das cadeiras do Senado Federal destinadas ao Amapá. A Lei da TRANSPARÊNCIA sobre os gastos púbicos foi um grande ganho para a nação. Foi o maior sucesso em todo o Brasil, até o seu filho, CAMILO CAPIBERIBE, assumir o governo do AMAPÁ e desrespeitar categoricamente a LEI criada pelo seu próprio pai. Até hoje várias instituições públicas amapaenses não expõe seus gastos públicos ao acesso da população conforme determina tal legislação.

 

OLIGARQUIA

A família Capiberibe (Pai, mãe e filho) sempre foi eleita por voto da população, portanto não pode ser chamada de oligárquica. Isso é verdade, no entanto, quando o então governador CAPIBERIBE teve a oportunidade de nomear uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Amapá, mesmo com nomes de notáveis amapaenses a disposição do governador para análise, como a da competente Dra. Ana Paula Bacerssat, a quem Capi detinha estimado carinho, e do ex-presidente do Banap, José Dias Façanha, também muito competente por onde sentou, adivinhem que ele nomeou? Raquel Capiberibe da Silva foi nomeada pelo irmão, GOVERNADOR DO AMAPÁ, como Conselheira do Tribunal de Contas do estado do Amapá.

 

ELEIÇOES 2020

Mesmo com todo esse histórico de bondades ao povo do Amapá, Capiberibe, dono do PSB no Amapá, sempre teve uma torcida forte o que lhe garante uns 17% nas pesquisas atuais (as sérias, lógico)

Capiberibe é sim um importante nome da política amapaense e merece todo o respeito.

Esse seu jeito, enganador, matreiro, bom de papo, característica de todo político ligado as velhas práticas, faz com que Capi tenha uma simpatia de um pequeno pedaço do bolo eleitoral do Amapá. No entanto, ele não consegue ampliar essa fatia, até pelo desgaste do tempo e das incontáveis trapalhadas que seu filho Camilo fez enquanto foi governador do Amapá.

O que vivemos é democracia, e se o povo assim o quiser, teremos sempre respeito pela vontade popular.

 ESSE É O CANDIDATO CAPIBERIBE QUE SE APRESENTA AO POVO DE MACAPÁ COMO A GRANDE NOVIDADE NESSA ELEIÇÃO a PREFEITURA DE NOSSA CIDADE.

 

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Conforme havíamos anunciado anteriormente, estaremos a partir de hoje fazendo uma análise pontual sobre os pré-candidatos ao governo municipal de Macapá. Por ordem alfabética, daqueles candidatos que já se lançaram publicamente, o primeiro a ser analisado por este Portal de Notícias, é o pré-candidato CAPIBERIBE.

João Alberto Rodrigues Capiberibe, o CAPI.

Paraense, nascido em 1947, é sem dúvidas um dos maiores expoentes da política amapaense, mas não podemos de deixar de evidenciar que ao seu comando está uma das maiores OLIGARQUIAS estabelecidas no Amapá. (adiante justificaremos)

CAPI não tem eleitores, CAPI tem torcida. Sabe VASCO x FLAMENGO?. Assim é a família CAPIBERIBE contra os GÓES no Amapá. Dois times que se divertem a cada eleição que passa, alternando-se no poder a troco da escancarada compra de votos. São duas torcidas diferentes, mas todos, como nos times citados, cariocas, Assim são CAPIBERIBES e GÓES: farinha do mesmo angu.

A torcida Capiberista não consegue mais desvencilhar quem é o político CAPI da personagem que ele criou em torno da sua própria história. O romantismo do suposto exilio que tanto pregou já acabou faz muito tempo, mas ele ainda acredita, assim como seus torcedores, que ainda se mantém vivos os tempos áureos do “caminhando e cantando e seguindo a canção...”.

Essa torcida, embora traída e muito bem maltratada, garantiu ao CAPI uma pecha de “perseguido”, o que lhe trouxe certo poder político, quase que absoluto no Amapá, por muito tempo, exercendo a coroa de Prefeito da capital por 4 anos e de governador do Amapá por longos 8 anos

CAPI quando prefeito, entre 1989 e 1992, não fez absolutamente nada em prol da estruturação da cidade a qual geria. Não há uma obra relevante em que se atribua iniciativa de CAPI. Aliás, cremos e acreditamos que ele faz questão de nunca mencionar nada sobre sua gestão sobre a capital, até porque não houve nada mesmo. Em termos estruturais em prol da capital amapaense, nada vezes nada.

Em termos políticos, CAPI foi e é um GIGANTE. Conseguiu polarizar empresários, presidentes de ongs, políticos, fracos, corruptos e inescrupulosos deputados, além de manter sob sua chibata uma gama expressiva da mídia local, conduzindo-os numa viagem sem volta, rumo a SUA LIDERANÇA.

Na realidade CAPI hoje se encontra entre a cruz e a espada, porque só depende do apoio popular, pois não há um político no Amapá que acredite que CAPI honre qualquer compromisso político. Essa maioria ele não tem mais. Por outro lado, ele ganha 10 votos, e perde 15 a cada vez que seu filhote Camilo arrota alguma frase na mídia,

 

CAPI  - GOVERNADOR DO AMAPÁ

Até parecia que estava chegando um novo momento na história do Amapá. Um jovem, barbudo, perseguido para uns, para outros "um coitado fumador de maconha", que estava trazendo outra realidade e novas ideias para administração pública, contra aquela trazida pelo Comandante Militar Aníbal Barcellos. Uma nova perspectiva ao Amapá surgia. O empresariado, os não corruptos e os corruptos também, abraçou o CAPI como a cobra abraça a cruz.

Após sua eleição como governador, Capi saiu eliminando um a um dos seus apoiadores, empresários, políticos, financiadores, etc., e selecionou apenas aqueles do seu staff pessoal e daqueles que ele tinha certeza absoluta de sua subserviência. (Qualquer opinião contrária é pura hipocrisia).

CAPI, chegou pomposamente e logo de pronto desconheceu seus amigos mais próximos. E assim se formatou o CAPI que vemos hoje, tendo como base um grupo pequeno, a maioria despreparada para exercer qualquer cargo público, e, todos, sem exceção, sem poder de comando; Isso , porque é assim que CAPI trabalha. A sua própria esposa é tratada por ele de "Camarada Janete"

Nenhum de seus Secretários tinham qualquer poder. Das mais simples nomeações até as mais complexas, NINGUÉM, mandava absolutamente NADA. A última voz era a do CAPI.

A própria família de CAPI questionou a suposta farsa em torna da personagem que ele havia criado ante a sociedade amapaense de “perseguido político”. Até hoje ele mantém a história. Até na mais simples ação na Justiça, se perde, surge o: É PERSEGUIÇÃO. Se ganha, fica calado.

São incontáveis as declarações de seu irmão, também com o mesmo nome João, que afirma que CAPI, foi um charlatão, enganador, etc.,. Fazer o quê então?

CAPI, enquanto governador, finalizou empresas importantes para o Amapá, apenas pra lembrar algumas, BANAP – Banco do estado do Amapá, Codeasa, SENAVA e a CEA - Companhia de Eletricidade do Amapá (Deputado Joel Banha, do PT e da base do Governo Capiberibe e a época, rasgou num sonoro discurso na Assembleia Legislativa:- SUA FAMILIA ACABOU COM A CEA)

Além de contribuir para falir várias industrias e quebrar centenas de médias e pequenas empresas amapaenses, sobre a narrativa de um certo discurso utilizado na segunda guerra mundial, que aqui foi batizado de PDSA, ele manteve seu governo. Segundo a ideia, o homem tem que buscar o seu sustento apenas naquilo que sua terra lhe der. Você tem que comer o que você planta. A ideia não foi pra frente e os patês de chicórias e outros souvenir’s da selva não deram sustentação a nossa economia e caíram no esquecimento.

Foi no seu governo também que se ouviu pela primeira vez sobre “Mensalinho” da Assembleia, até hoje não explicado de forma explicita, como deveria ser, a sociedade amapaense,

Também em seu governo aconteceram fatos sem qualquer explicação em torno de dinheiro público. Apenas para atiçar a memória de alguns, foi subtraído MEIO MILHÃO DE REAIS, EM DINHEIRO, da residência do então SECRETÁRIO DE SAÚDE do governador CAPIBERIBE, Jardel Nunes. O Secretário de Saúde registrou a ocorrência numa Delegacia de Policia. Jardel Nunes hoje é visto sentados nos escaninhos do gabinete do Senador Davi Alcolumbre, em Brasília.

 

Cassação do mandato de Senador da República

CAPI foi o primeiro senador da HISTÓRIA DA REPÚBLICA a ser cassado por compras de votos. Para a torcida (ele não tem eleitores, ele tem torcida) novamente ele foi injustiçado, Uma penca da mídia subserviente a ele diz que o político apenas comprou um votou de apenas uma eleitora. Ao contrário do que a Justiça Eleitoral pregou na mídia inclusive de haver encontrado dinheiro numa casinha de cachorro e uma lista enorme dos eleitores a serem pagos, Os seus servos acreditam na sua inocência. Nem a Justiça do Amapá e nem o Congresso Nacional acreditou no choro de CAPI.

O que prevaleceu mesmo foi a Lei, e, durante toda a história do BRASIL, JOÃO ALBERTO RODRIGUES CAPIBERIBE foi o primeiro SENADOR da REPÚBLICA do BRASIL, a ser cassado por compra de votos, e ponto final,

 

TRANSPARÊNCIA

CAPI, trouxe uma ideia nova para o BRASIL enquanto sentado em uma das cadeiras do Senado Federal destinadas ao Amapá. A Lei da TRANSPARÊNCIA sobre os gastos púbicos foi um grande ganho para a nação. Foi o maior sucesso em todo o Brasil, até o seu filho, CAMILO CAPIBERIBE, assumir o governo do AMAPÁ e desrespeitar categoricamente a LEI criada pelo seu próprio pai. Até hoje várias instituições públicas amapaenses não expõe seus gastos públicos ao acesso da população conforme determina tal legislação.

 

OLIGARQUIA

A família Capiberibe (Pai, mãe e filho) sempre foi eleita por voto da população, portanto não pode ser chamada de oligárquica. Isso é verdade, no entanto, quando o então governador CAPIBERIBE teve a oportunidade de nomear uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Amapá, mesmo com nomes de notáveis amapaenses a disposição do governador para análise, como a da competente Dra. Ana Paula Bacerssat, a quem Capi detinha estimado carinho, e do ex-presidente do Banap, José Dias Façanha, também muito competente por onde sentou, adivinhem que ele nomeou? Raquel Capiberibe da Silva foi nomeada pelo irmão, GOVERNADOR DO AMAPÁ, como Conselheira do Tribunal de Contas do estado do Amapá.

 

ELEIÇOES 2020

Mesmo com todo esse histórico de bondades ao povo do Amapá, Capiberibe, dono do PSB no Amapá, sempre teve uma torcida forte o que lhe garante uns 17% nas pesquisas atuais (as sérias, lógico)

Capiberibe é sim um importante nome da política amapaense e merece todo o respeito.

Esse seu jeito, enganador, matreiro, bom de papo, característica de todo político ligado as velhas práticas, faz com que Capi tenha uma simpatia de um pequeno pedaço do bolo eleitoral do Amapá. No entanto, ele não consegue ampliar essa fatia, até pelo desgaste do tempo e das incontáveis trapalhadas que seu filho Camilo fez enquanto foi governador do Amapá.

O que vivemos é democracia, e se o povo assim o quiser, teremos sempre respeito pela vontade popular.

 ESSE É O CANDIDATO CAPIBERIBE QUE SE APRESENTA AO POVO DE MACAPÁ COMO A GRANDE NOVIDADE NESSA ELEIÇÃO a PREFEITURA DE NOSSA CIDADE.

 

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